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 Visão, histórias e perspectivas para uma política de unidade

A exigência de reduzir a distância entre os representantes eleitos e os cidadãos, é uma das questões cruciais que a democracia moderna ainda não conseguiu resolver. Atualmente, votar não basta. Os próprios eleitores são os primeiros a declarar não ser suficiente um clique na urna eleitoral digital, pedindo outro horizonte, no qual os representantes prestem conta das próprias ações políticas, de tal modo que os cidadãos não tenham que entregar a gestão dos processos governamentais apenas a uma elite. É preciso trazer para o centro da vida pública a sociedade civil e dedicar-se à qualidade dos processos de formação da opinião pública orientados ao bem comum.
Sente-se, portanto, a necessidade de relações democráticas mais densas de conteúdo e com continuidade. Quais os melhores caminhos?
Espera-se dos cidadãos:
•    Informar-se e confrontar-se antes de votar, buscando o maior bem possível da comunidade civil; descartar o voto de troca ou de favoritismo e escolher tendo por base motivos universais e não pessoais ou de grupo.
•    Acompanhar o candidato desde a campanha eleitoral e oferecer elementos que possam ser úteis à construção de seu programa.
•    Tomar a iniciativa e solicitar contatos periódicos para que o eleito preste conta das próprias ações e opções; informar-se e conhecer os assuntos tratados e as decisões; oferecer experiências e ideias; comunicar também a própria desaprovação e oposição.
•    Suscitar novos grupos locais de engajamento; utilizar informações e recursos oferecidos também pelos partidos, sindicatos, grupos profissionais, centros de pesquisa.
•    No final do mandato, fazer uma avaliação não somente em vista de projetos futuros, mas dos programas efetivamente realizados.
Espera-se dos candidatos e/ou dos eleitos:
•    Aceitar o controle dos cidadãos, introduzir novas dinâmicas de cooperação, propor espaços e instrumentos de escuta, informação e participação.
•    Abrir as decisões a novos desenvolvimentos, análises e correções, colocando o bem comum além dos interesses particulares ou do partido.
•    Valorizar a competência e a experiência dos cidadãos locais, membros de associações, profissionais, os recursos dos jovens e dos idosos, como também dos novos cidadãos.
•    Decidir com total responsabilidade e “sem vínculo de mandato” procurando, ao mesmo tempo, exprimir os valores e orientações ideais das comunidades que representam.
•    Utilizar com a máxima retidão e transparência o dinheiro público e prestar contas, periodicamente.
Responderam também cidadãos e políticos que assumiram o compromisso de fazer a experiência de uma ligação direta e construtiva entre eleitos e eleitores em vários pontos do planeta, como: São Paulo (Brasil), Buenos Aires (Argentina), Palermo (Itália), Estrasburgo (França), Solingen (Alemanha), Budapeste (Hungria), Medellín (Colômbia), Duala (Camarões), Beirute (Líbano).
E você?

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