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Participar

Está crescendo o número e a complexidade dos assuntos e das instâncias que colocam à prova o papel da política no mundo moderno. Mas, ao mesmo tempo, crescem também as competências e as experiências de muitos atores sociais que, como protagonistas da vida civil, cultural e econômica, sabem propor respostas inovadoras, sobre as quais é possível fundamentar e reconstruir continuamente a convivência. Isso significa participar, até o ponto de influenciar diretamente sobre a organização e os conteúdos das opções públicas e, desse modo, cooperar ativamente com quem tem o dever de decisão. Decidir participar não é simples retórica ou ideologia vazia. Desejamos que se torne o primeiro instrumento de uma ação política a serviço das comunidades, com o objetivo de:
•    Construir políticas locais, nacionais e internacionais justas, eficientes e eficazes, a partir das necessidades dos mais fracos.
•    Conferir força à função da política diante das organizações financeiras e econômicas.
•    Propor e experimentar práticas e modelos de nova governança, à altura de atualizar até mesmo o sistema de relações internacionais.
•    Trabalhar não apenas pela paz, mas por uma plena fraternidade entre os povos.
 É necessária a contribuição de todos em favor de uma sociedade melhor. Que caminhos posso percorrer?
•    Interessar-me pelos problemas de quem vive no meu condomínio, no meu bairro.
•    Aceitar os deveres decorrentes da vida civil.
•    Desempenhar com honestidade e profissionalismo o meu trabalho.
•    Saber quem são e manter-me informado a respeito do que fazem os representantes eleitos.
•    Protestar quando assisto a um gesto de prepotência, de abuso ou de violência.
•    Multiplicar os canais que utilizo para obter informações sobre a atualidade.
•    Gastar tempo para me comunicar pessoalmente e não apenas através das mídias sociais.
•    Cuidar dos bens públicos e denunciar seu mau uso.
•    Argumentar e saber apresentar publicamente as minhas opiniões.
•    Renunciar a uma parte de meus recursos e partilhar com quem é necessitado.
•    Escutar e iniciar um diálogo com quem não partilha minhas ideias.
•    Estudar e pesquisar a fim de melhorar a vida de muitos.
Alguns jovens estudantes do Instituto Universitário Sophia, Loppiano, Itália, respondem.
E você?

Renovar a representação

A exigência de reduzir a distância entre os representantes eleitos e os cidadãos, é uma das questões cruciais que a democracia moderna ainda não conseguiu resolver. Atualmente, votar não basta. Os próprios eleitores são os primeiros a declarar não ser suficiente um clique na urna eleitoral digital, pedindo outro horizonte, no qual os representantes prestem conta das próprias ações políticas, de tal modo que os cidadãos não tenham que entregar a gestão dos processos governamentais apenas a uma elite. É preciso trazer para o centro da vida pública a sociedade civil e dedicar-se à qualidade dos processos de formação da opinião pública orientados ao bem comum.
Sente-se, portanto, a necessidade de relações democráticas mais densas de conteúdo e com continuidade. Quais os melhores caminhos?
Espera-se dos cidadãos:
•    Informar-se e confrontar-se antes de votar, buscando o maior bem possível da comunidade civil; descartar o voto de troca ou de favoritismo e escolher tendo por base motivos universais e não pessoais ou de grupo.
•    Acompanhar o candidato desde a campanha eleitoral e oferecer elementos que possam ser úteis à construção de seu programa.
•    Tomar a iniciativa e solicitar contatos periódicos para que o eleito preste conta das próprias ações e opções; informar-se e conhecer os assuntos tratados e as decisões; oferecer experiências e ideias; comunicar também a própria desaprovação e oposição.
•    Suscitar novos grupos locais de engajamento; utilizar informações e recursos oferecidos também pelos partidos, sindicatos, grupos profissionais, centros de pesquisa.
•    No final do mandato, fazer uma avaliação não somente em vista de projetos futuros, mas dos programas efetivamente realizados.
Espera-se dos candidatos e/ou dos eleitos:
•    Aceitar o controle dos cidadãos, introduzir novas dinâmicas de cooperação, propor espaços e instrumentos de escuta, informação e participação.
•    Abrir as decisões a novos desenvolvimentos, análises e correções, colocando o bem comum além dos interesses particulares ou do partido.
•    Valorizar a competência e a experiência dos cidadãos locais, membros de associações, profissionais, os recursos dos jovens e dos idosos, como também dos novos cidadãos.
•    Decidir com total responsabilidade e “sem vínculo de mandato” procurando, ao mesmo tempo, exprimir os valores e orientações ideais das comunidades que representam.
•    Utilizar com a máxima retidão e transparência o dinheiro público e prestar contas, periodicamente.
Responderam também cidadãos e políticos que assumiram o compromisso de fazer a experiência de uma ligação direta e construtiva entre eleitos e eleitores em vários pontos do planeta, como: São Paulo (Brasil), Buenos Aires (Argentina), Palermo (Itália), Estrasburgo (França), Solingen (Alemanha), Budapeste (Hungria), Medellín (Colômbia), Duala (Camarões), Beirute (Líbano).
E você?

Você pode dar seu apoio:

Doando parte de seu tempo e de suas competências para que as Escolas Civitas de formação à cidadania, presentes em várias cidades brasileiras, desenvolvam-se e possam formar muitos jovens. Para isso basta entrar em contato com...
Pode fazer, também, uma doação em favor de projetos em países com grandes carências. É possível contribuir, através de doações esporádicas ou periódicas com um dos seguintes projetos:
1.    Percursos de formação e informação política para os jovens do Burundi, de nível secundário e universitário, com o objetivo de consolidar a reconciliação nacional em vista das eleições políticas de 2015.
2.    Escolas populares de cidadania (ciclo anual 2014/2015) para jovens de regiões desfavorecidas, com baixa escolaridade, e trabalhadores nos bairros carentes de Buenos Aires (Argentina).
3.    Curso de verão 2015 em colaboração com o Instituto Universitário Sophia, de Loppiano - Summer school de relações internacionais, que se realizará em Trento (Itália): contribuição para as despesas de viagem aérea para 10 jovens universitários de países africanos, asiáticos e latino-americanos.
Modalidades de doação: contatar o escritório do mppu no Brasil através do email O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou do tel. (61) 3522.7085.

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