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Chiara Lubich: "para que o terrorismo perca a sua força e desapareça... uma mais justa comunhão de bens".

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Curto excerto do discurso de Chiara a um grupo de políticos britânicos, Londres, 22 de junho de 2004: "Liberdade, igualdade... que fim levou a fraternidade?"

... Em raros momentos o nosso planeta sofreu tanto pela desconfiança, pelo temor, inclusive pelo terror quanto no nosso tempo. Basta pensar no dia 11 de setembro de 2001, e ainda mais próximo, no dia 11 de março de 2004, sem esquecer outras centenas de atentados que, nesses últimos anos, alimentaram a nossa crônica cotidiana. O terrorismo: uma calamidade tão grave quanto as dezenas de guerras que ainda ensanguentam o nosso planeta! E quais são as suas causas? Muitas. Porém, por força reconhecemos que uma das mais graves é o desequilíbrio econômico e social que existe no mundo entre países ricos e pobres. Esse desequilíbrio gera ressentimento, hostilidade, vingança, favorecendo o fundamentalismo, que ali encontra um terreno adequado para crescer. Se o quadro é este; então, para que o terrorismo perca a sua força e desapareça, a guerra não é a solução. Temos que buscar os caminhos do diálogo, soluções políticas e diplomáticas. Mas não só; é preciso priorizar no mundo mais solidariedade entre todos e uma mais justa comunhão de bens. Sem contar que são muito mais numerosos os temas candentes que interpelam a política em dimensão nacional e internacional. Também, o modelo de desenvolvimento econômico do mundo ocidental já está indiscutivelmente em crise. Essa crise requer não só poucos ajustes, mas uma revisão global, para superar a recessão em curso. A marcha irrefreável da pesquisa científica deve ser controlada por meios que garantam a integridade e a saúde da espécie humana e de todo o ecossistema. O reconhecimento da função essencial dos meios de comunicação no mundo moderno deve estruturar regras claras frente às específicas exigências de promoção dos valores e de tutela das pessoas, dos grupos, dos povos. Outra questão central provém da necessidade de defender e valorizar a riqueza proveniente das diferenças étnicas, religiosas, culturais, mesmo no horizonte dos irreversíveis processos de globalização em andamento. Esses são alguns dentre os maiores desafios apresentados pela atualidade que demandam fortemente a ideia e a prática da fraternidade, e, pela vastidão do problema, de uma fraternidade universal. ...

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Chiara Lubich: "A política é o amor dos amores".

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Curto excerto do discurso de Chiara no Congresso Mil cidades para a Europa Innsbruck, 9 de novembro de 2001 "O espírito de fraternidade na política como a chave da unidade da Europa e do mundo".

... E a resposta para essa vocação política é acima de tudo um ato de fraternidade. De fato, não se entra nesse campo só para resolver um problema, mas se age em prol do interesse da comunidade, desejando o seu bem como se fosse o próprio. Esse modo de viver permite que o político escute os cidadãos pacientemente, conheça as suas necessidades e recursos. Isso o ajuda a compreender a história da própria cidade, a valorizar o patrimônio cultural e comunitário. Desse modo, ele consegue entender, pouco a pouco, a sua verdadeira vocação, a vocação da cidade e a olhar para ela com segurança a fim de traçar o seu caminho. A função do amor político, de fato, é aquela de criar e proteger as condições que permitem a todos os outros amores florescerem: o amor dos jovens, que desejam se casar e precisam de uma casa e de um trabalho, o amor de quem quer estudar e precisa das escolas e dos livros, o amor de quem se dedica à própria empresa e precisa de estradas e ferrovias, de normas seguras... A política é o amor dos amores, que recolhe, na unidade de um projeto comum, a riqueza das pessoas e dos grupos, consentindo a cada um realizar livremente a própria vocação. Mas também suscita colaboração, fazendo as necessidades interagirem com os recursos, as demandas com as ofertas, infundindo a confiança de uns nos outros. A política pode ser comparada ao caule de uma flor, que sustém e alimenta o desabrochar das pétalas da comunidade. ...

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Chiara Lubich: "amar a pátria alheia... como a própria".

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Curto excerto do discurso de Chiara Lubich no Simpósio na Sede das Nações Unidas, Sede das Nações Unidas (Nova York), 28 de maio de 1997:"Rumo à unidade das Nações e à unidade dos Povos ".

... homens e mulheres de quase todas as nações do mundo, lenta mas decididamente estão tentando ser, pelo menos lá onde se encontram, sementes de um povo novo, de um mundo de paz, mais solidário sobretudo com os desprotegidos, os pobres, e de um mundo mais unido. Com ela nos sentimos no dever de dar a nossa contribuição nesta "casa" de encontro entre os povos, para animar com uma injeção espiritual os esforços que vão se realizando para que a ONU seja um instrumento à altura das expectativas da humanidade. Todos os protagonistas da vida internacional sentem a necessidade de dar uma nova interpretação à reciprocidade, um dos pontos fundamentais dos relacionamentos internacionais e que também é a base da nossa espiritualidade e da nossa ação. A reciprocidade exige a superação de antigas e novas lógicas de alianças, estabelecendo relações com todos, como o verdadeiro amor exige, que nos pede o primeiro passo sem condições e pretensões; e para ver o outro como um outro "eu mesmo", orientando segundo esta linha qualquer tipo de iniciativa: desarmamento, desenvolvimento, cooperação. É uma reciprocidade capaz de levar os protagonistas da vida internacional a "viver o outro", as suas necessidades, capacidades, não só em momentos de emergência, mas partilhando cotidianamente da sua existência. A paz, como testemunham as finalidades e a ação das Nações Unidas, tem nomes novos e exige em primeiro lugar um esforço que a ONU, com a ajuda especial dos senhores e a contribuição de todos, pode fazer: superar a categoria do inimigo, de qualquer inimigo. Excluir a guerra não é suficiente. Devem ser criadas as condições para que cada povo se sinta capaz de amar a pátria alheia como a própria, num recíproco e desinteressado intercâmbio de dons. Que Deus, Pai de todos, queira fecundar os nossos esforços e de todos os que estão empenhados no excelso objetivo da paz! ...

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