mppu international

twitterfacebook

notícias

foto banner insieme“… ....Para qualquer pessoa que tente remover as montanhas do ódio e da violência, a tarefa é enorme e árdua. Mas o que é impossível para milhões de homens isolados e divididos, pode se tornar possível para pessoas que fizeram do amor recíproco, da compreensão mútua, da unidade a motivação essencial da própria vida.”

Curto excerto do discurso de Chiara Lubich na Sede das Nações Unidas, Nova York, 28 de maio de 1997:"Rumo à unidade das Nações e à unidade dos Povos ".

VEJA O VÍDEO: Chiara Lubich, Sede das Nações Unidas, Nova York, 28 de maio de 1997

... homens e mulheres de quase todas as nações do mundo, lenta mas decididamente estão tentando ser, pelo menos lá onde se encontram, sementes de um povo novo, de um mundo de paz, mais solidário sobretudo com os desprotegidos, os pobres, e de um mundo mais unido. Com ela nos sentimos no dever de dar a nossa contribuição nesta "casa" de encontro entre os povos, para animar com uma injeção espiritual os esforços que vão se realizando para que a ONU seja um instrumento à altura das expectativas da humanidade. Todos os protagonistas da vida internacional sentem a necessidade de dar uma nova interpretação à reciprocidade, um dos pontos fundamentais dos relacionamentos internacionais e que também é a base da nossa espiritualidade e da nossa ação. A reciprocidade exige a superação de antigas e novas lógicas de alianças, estabelecendo relações com todos, como o verdadeiro amor exige, que nos pede o primeiro passo sem condições e pretensões; e para ver o outro como um outro "eu mesmo", orientando segundo esta linha qualquer tipo de iniciativa: desarmamento, desenvolvimento, cooperação. É uma reciprocidade capaz de levar os protagonistas da vida internacional a "viver o outro", as suas necessidades, capacidades, não só em momentos de emergência, mas partilhando cotidianamente da sua existência. A paz, como testemunham as finalidades e a ação das Nações Unidas, tem nomes novos e exige em primeiro lugar um esforço que a ONU, com a ajuda especial dos senhores e a contribuição de todos, pode fazer: superar a categoria do inimigo, de qualquer inimigo. Excluir a guerra não é suficiente. Devem ser criadas as condições para que cada povo se sinta capaz de amar a pátria alheia como a própria, num recíproco e desinteressado intercâmbio de dons. Que Deus, Pai de todos, queira fecundar os nossos esforços e de todos os que estão empenhados no excelso objetivo da paz! ... 

condividi questo articolo

Submit to DeliciousSubmit to DiggSubmit to FacebookSubmit to Google PlusSubmit to StumbleuponSubmit to TechnoratiSubmit to TwitterSubmit to LinkedIn

imagevideopoliticsforunity

 Visão, histórias e perspectivas para uma política de unidade

Pubblicazioni

Disarmo

 co governance

17-20 GENNAIO 2019

Castel Gandolfo

Roma - Italia

Este site utiliza cookies, também de terceiros, para oferecer maiores vantagens de navegação. Fechando este banner você concorda com as nossas condições para o uso dos cookies.