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JUNTOS!

foto banner insieme“… ....Para qualquer pessoa que tente remover as montanhas do ódio e da violência, a tarefa é enorme e árdua. Mas o que é impossível para milhões de homens isolados e divididos, pode se tornar possível para pessoas que fizeram do amor recíproco, da compreensão mútua, da unidade a motivação essencial da própria vida.”

Curto excerto do discurso de Chiara Lubich na Sede das Nações Unidas, Nova York, 28 de maio de 1997:"Rumo à unidade das Nações e à unidade dos Povos ".

VEJA O VÍDEO: Chiara Lubich, Sede das Nações Unidas, Nova York, 28 de maio de 1997

... homens e mulheres de quase todas as nações do mundo, lenta mas decididamente estão tentando ser, pelo menos lá onde se encontram, sementes de um povo novo, de um mundo de paz, mais solidário sobretudo com os desprotegidos, os pobres, e de um mundo mais unido. Com ela nos sentimos no dever de dar a nossa contribuição nesta "casa" de encontro entre os povos, para animar com uma injeção espiritual os esforços que vão se realizando para que a ONU seja um instrumento à altura das expectativas da humanidade. Todos os protagonistas da vida internacional sentem a necessidade de dar uma nova interpretação à reciprocidade, um dos pontos fundamentais dos relacionamentos internacionais e que também é a base da nossa espiritualidade e da nossa ação. A reciprocidade exige a superação de antigas e novas lógicas de alianças, estabelecendo relações com todos, como o verdadeiro amor exige, que nos pede o primeiro passo sem condições e pretensões; e para ver o outro como um outro "eu mesmo", orientando segundo esta linha qualquer tipo de iniciativa: desarmamento, desenvolvimento, cooperação. É uma reciprocidade capaz de levar os protagonistas da vida internacional a "viver o outro", as suas necessidades, capacidades, não só em momentos de emergência, mas partilhando cotidianamente da sua existência. A paz, como testemunham as finalidades e a ação das Nações Unidas, tem nomes novos e exige em primeiro lugar um esforço que a ONU, com a ajuda especial dos senhores e a contribuição de todos, pode fazer: superar a categoria do inimigo, de qualquer inimigo. Excluir a guerra não é suficiente. Devem ser criadas as condições para que cada povo se sinta capaz de amar a pátria alheia como a própria, num recíproco e desinteressado intercâmbio de dons. Que Deus, Pai de todos, queira fecundar os nossos esforços e de todos os que estão empenhados no excelso objetivo da paz! ... 

Charlie Hebdo: o diálogo para deter a atrocidade

8 Janeiro 2015

NetOne condena o atentado de 7 de janeiro contra a redação do jornal semanal satírico Charlie Hebdo em Paris. Não à lógica da violência, por um jornalismo dialogal.

“NetOne, associação de jornalistas e operadores da comunicação dos cinco continentes, promovida pelo Movimento dos Focolares, condena firmemente o abominável ataque contra a redação de /Charlie Hebdo/. NetOne afirma a sua solidariedade aos colegas,  familiares, simpatizantes das vítimas e a sua proximidade. Em nenhum modo se pode desculpar o assassínio de jornalistas por eles fazerem o próprio trabalho.

Esperamos que, ao mesmo tempo, o trabalho de tantos colegas jornalistas e de tantos operadores da comunicação para estudar, conhecer, valorizar e reconhecer reciprocamente culturas, religiões e mundos tão distantes continue com maior eficácia. Desejamos, sobretudo, que o mesmo seja apoiado e encorajado também pelas instituições públicas e pela sociedade civil.

Os jornalistas e os operadores da comunicação que aderem a NetOne estão convencidos de que a estrada da violência é *um beco sem saída*. Somente um verdadeiro diálogo, respeitoso e sincero, poderá evitar a propagação de atrocidades sem fim. É preciso percorrer com coragem o caminho do respeito mútuo e da real fraternidade universal. NetOne propõe-se a trabalhar nesta direção, respeitando a liberdade de expressão e a convicção de quem trabalha na mídia e no setor público”.

De: www.focolare.org

2015 um ano novo para se trabalhar por um sonho

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“Tenho um sonho”

Sonho que esta aurora de uma fraternidade vivida – que hoje se constata na consciência de milhões de pessoas, sempre mais ampla na Terra –, se torne amanhã, no decurso do terceiro milênio, uma realidade geral, universal.
Sonho assim com um retrocesso das guerras, das lutas, da fome, dos inúmeros males do mundo.
Sonho com um diálogo de amor sempre mais intenso entre as Igrejas, a ponto de já ver bem próxima a composição da única Igreja.
Sonho com o aprofundamento de um diálogo vivo e ativo entre as pessoas das mais variadas religiões, ligadas entre elas pelo amor, "regra de ouro" presente em todos os seus livros sagrados.
Sonho com uma aproximação e um enriquecimento recíproco entre as várias culturas do mundo, de modo a gerar uma cultura mundial que apresente em primeiro plano aqueles valores que sempre foram a verdadeira riqueza de cada povo e que esses valores se imponham como sabedoria global.
Sonho que o Espírito Santo continue a inundar as Igrejas e que potencialize as "sementes do Verbo" para além delas, de modo que o mundo seja invadido pelas contínuas novidades de luz, de vida, de obras que somente Ele sabe suscitar. A fim de que homens e mulheres em número sempre crescente possam encaminhar-se por caminhos retos, convergir para o seu Criador, e dispor alma e coração para o seu serviço.
Sonho com relacionamentos evangélicos não apenas entre as pessoas, mas entre grupos, Movimentos, Associações religiosas e leigas; entre os povos, entre os Estados, de modo que se considere lógico amar a pátria alheia como a própria pátria. E seja lógico tender a uma comunhão de bens universal, ao menos como ponto de chegada.
Sonho um mundo unido na variedade dos povos com uma única autoridade, em alternância.
Sonho, portanto, já com uma antecipação dos Céus novos e da nova terra, como é possível aqui na terra. Sonho muito, mas temos um milênio para vê-lo realizado.

 

AMAR A PÁTRIA DO OUTRO

 

Grossman-Yehoshua-e-Oz

Petição para o reconhecimento do Estado da Palestina

Nós, cidadãos europeus, livres e no pleno exercício dos nossos direitos civis e políticos, solicitamos ao Parlamento Europeu o RECONHECIMENTO imediato do Estado independente e soberano da Palestina nas fronteiras antecedentes a 4 de junho de 1967, Estado da Palestina que viverá em paz e segurança ao lado do Estado de Israel.
Qual será a contribuição de tal posição? Até mesmo os pequenos passos contam. Até mesmo tomar por primeiro a iniciativa conta. Hoje é o momento de fazer ao outro aquilo que gostaria que fosse feito a você. De amar o povo do outro como o seu.

 

 Leia o artigo no idioma original

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 Visão, histórias e perspectivas para uma política de unidade
 

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