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A coragem da paz

Entrevista com Margaret Karram, da delegação cristã, a única mulher na oração de “invocação pela paz” feita com o Papa Francisco, o patriarca Bartolomeu I, Shimon Peres e Abu Mazen. Oito de junho de 2014, uma data que não será esquecida.

MKarramÁrabe cristã, nascida em Israel. Recebeu o prêmio Monte Sião 2013, juntamente com a judia Yisca Harani, pela “importante contribuição ao desenvolvimento do diálogo entre religiões e culturas na Terra Santa e à compreensão entre judeus, cristãos e muçulmanos”. Margaret Karram, anteriormente membro da Comissão episcopal para ao diálogo inter-religioso da Assembleia dos Ordinários Católicos da Terra Santa e colaboradora com a direção do Conselho de Coordenação Inter-religioso em Israel (ICCI), está atualmente no Centro Internacional do Movimento dos Focolares, e foi ela que leu a oração de São Francisco no momento cristão da invocação pela paz, desejada pelo bispo de Roma, com Shimon Peres e Abu Mazen, presente também o patriarca de Constantinopla Bartolomeu I. Transcrevemos amplos trechos da entrevista concedida a Victoria Gómes, de Città Nuova.

Diminui a pobreza na América Latina

Selon la Commission économique pour l'Amérique latine (CEPALC) -commission régionale de l'ONU- la pauvreté est passée, en une décennie, de 43,9% à 27,9% de la population. Il y a, cependant, un ralentissement de la croissance qui demande de nouveaux pactes sociaux pour continuer à lutter contre les inégalités.

Leia o artigo em espanhol

Juntos em direção à unidade da família humana

centro mariapoliDiante dos grandes desafios internacionais, mostra-se muito necessário e frutuoso, na atualidade, o caminho do diálogo inter-religioso.
Esse foi o tema da conferência pública programada em Roma para homenagear Chiara Lubich no sexto aniversário de sua morte: “Chiara e as Religiões, juntos em direção à unidade da família humana”. O seminário que a precedeu contou com a presença de 250 representantes de oito grandes religiões, dispostos a dar um testemunho comum a respeito do caminho do diálogo.
Publicamos nesta oportunidade um trecho do discurso feito por Chiara em 29 de novembro de 1999, na cidade de Amam, durante a VII Assembleia da Conferência Mundial das Religiões pela Paz.
"É a conhecida regra de ouro, tão bem expressa por Gandhi quando afirma: "Tu e eu somos uma coisa só: não te posso causar mal sem me ferir”.
Decorre deste princípio uma norma que, se for aplicada, seria, por si só, o maior motor da harmonia entre pessoas e grupos, desde o convívio das famílias até a vida dos Estados. Imaginem como poderia ser o mundo se a regra de ouro fosse colocada em prática não apenas entre as pessoas, mas também entre os povos, as etnias, os Estados: "Amar a pátria do outro como se fosse a própria, por exemplo.
Tive oportunidade de comunicar este nosso sonho a pessoas políticas e estadistas de várias nações e posso dizer que, com certeza, a mensagem tocou muitos corações e os frutos já se fazem sentir. Mas, os próprios políticos e todos os que receberam um mandato de responsabilidade pelo bem comum, têm necessidade do nosso apoio, pois precisam ver que existem pessoas diferentes quanto a tradições, culturas e convicções que se mantêm em contato, superando todas as barreiras, e se interessam umas pelas outras, ajudando-se concretamente a enfrentar seus problemas diários."
Chiara Lubich

Eu voto a Europa

No dia marcado no meu país para as eleições do Parlamento europeu, entre 22 e 25 de Maio de 2014

Difunde-se o eurocepticismo.
É impossível fechar os olhos aos graves problemas do continente europeu: o mercado do trabalho, a banca, a especulação e o euro, os jovens e as próprias perspectivas, a pressão das minorias, as regras de entrada, as guerras nas fronteiras…

Ao mesmo tempo, podemos escolher de olhar para a unidade da Europa com uma visão mais alta: a integração económica e política do nosso continente é a conquista política mais importante do século passado e é parte de um caminho irreversível para um mundo cada vez mais unido.
Se pensamos – como aconteceu com Schumann, Adenauer, Degasperi e, no decorrer do último milénio, com Dante, Victor Hugo, Cattaneo e Spinelli – que a unidade dos povos europeus é um percurso a fazer, então está também nas nossas mãos dar o nosso contributo. E este é o momento de o fazer: é urgente retomar o debate, tratar os temas em aberto, confrontarmo-nos sem receio até mesmo com quem se declara céptico, procurar juntos as modalidades propícias para fazer reflorescer o “velho continente” e permitir deste modo que a Europa ofereça – numa nova visão de paz – um contributo a todo o planeta.

Podemos tornar as próximas eleições para o Parlamento europeu uma ocasião para relançar as razões e os objectivos políticos da União Europeia.
Através do nosso site é possível manter um diálogo vivo e alto. Os centros do MPPU na Europa empenham-se em promover, apoiar e difundir iniciativas.

Pilar fundamental da cultura da unidade que nos inspira e para a qual trabalhamos é uma palavra nova da política, que temos vindo a redescobrir em toda a sua força: o amor recíproco. “Após milénios de história nos quais se experimentaram os frutos da violência e do ódio, temos hoje o direito de pedir que a humanidade comece a experimentar os frutos do amor. E não apenas do amor entre os indivíduos, mas também entre os povos. (…) Cada um de nós perscrute o próprio coração, interrogue-se sobre o próprio papel, de modo que nenhum ser humano se sinta excluído desta ‘gestação dum mundo novo’” (Chiara Lubich, 1988).

Por este motivo votamos Europa, com uma visão de futuro que proporcione novos recursos e identifique experiências em curso, para dar espaço na cena mundial a um novo humanismo do qual os povos europeus sejam protagonistas.
Votamos a sua “Unidade na diversidade”, como diz o seu lema, para reforçar o “novo”, onde histórias e posições diferentes se respeitam, dialogam e abrem cenários de desenvolvimento, de partilha. Votamos o papel de paz que a Europa tem desde as suas origens.

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 Visão, histórias e perspectivas para uma política de unidade
 

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