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2 de maio de 1996-2019 23 ANOS DE POLÍTICA PARA A UNIDADE

Em maio de 1996, em Nápoles, na Itália, nos membros do Movimento engajados na política em diversos partidos surgiu esta pergunta, como base de tudo, o amor recíproco, como São Pedro recomenda às primeiras comunidades cristãs: "Antes de tudo" - antes de ser e trabalhar como políticos - “manter um grande amor, uma ardente caridade entre vocês”[1]. Só depois militar por um partido. Não tanto para fundar outro partido único quanto, permanecendo leais ao próprio partido, para compreender as motivações dos demais num espírito de unidade. Esse espírito de unidade não deve agir só de modo excepcional. Ele deve constituir a norma fundamental e contínua da política de cada povo e do cenário internacional, e ajudar a tomar posições comuns na tentativa de proteger os valores humanos.

Naquele dia em Nápoles nasceu o "Movimento da Unidade”.

 

C. Lubich ao Grupo do Partido Popular Europeu, sede do Parlamento Europeu, Strasburgo, 15 de Setembro de 1998 - pubblicato em “Nuova Umanità” 119 (1998) pag. 525 “ O Movimento dos Focolare nos seus aspectos politicos e sociais”

 

 

MINAMOS O ÓDIO DA POLÍTICA

"Eliminamos o ódio da política": é o que afirmam 200 escritores indianos às vésperas das eleições gerais que começam próxima  semana, 11 de abril, e vão até 19 de maio.

" Abolimos a política do ódio, a divisão entre pessoas, a desigualdade; votamos contra a violência, a intimidação e a censura ".

Finalmente os pedidos: " Queremos medidas rígidas contra a violência verbal ou física contra as mulheres, os dalits, adivasis e as comunidades minoritárias.

Queremos recursos, educação, pesquisa, saneamento e igualdade de oportunidades para todos. Mais que tudo, queremos que a nossa diversidade seja salvaguardada e que a democracia prospere”.

Source: asianews

REPETIR A PAZ ESTAR JUNTO NA EUROPA

O primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, tornou-se esta terça-feira no primeiro líder de um governo grego a realizar uma visita oficial à Macedónia do Norte depois da independência do território em 1991.

Em Skopia, o primeiro ministro grego disse que é hora de "estender pontes em vez de erguer muros" e garantiu a ajuda de Atenas nas negociações dos vizinhos do norte com a União europeia.

 

"Mesmo entre aqueles que expressaram reservas e que se opuseram ao acordo, vamos tentar juntos encorajá-los, convencê-los a ser proponentes deste acordo, porque o acordo é sobre amizade e cooperação estratégica entre os nossos dois países. E os cidadãos da Grécia devem saber que, da nossa parte, implementaremos integralmente o acordo", disse o primeiro-ministro da Macedónia do Norte, Zoran Zaev, durante a cerimónia.

"Nós investimos no futuro, fazemos história, não nos aprisionamos a ela, e considero garantido que este acordo histórico tem raízes profundas que na minha opinião já estão à vista de todos. Mesmo daqueles que discordam", disse o chefe do executivo grego.

A visita do primeiro-ministro grego à Macedónia do Norte marca o início de um novo ciclo nas relações entre os dois países.

A jornalista da euronews Symella Touchtidou acompanhou o encontro.

"O objetivo dos governo grego e da Macedónia do Norte é implementar o Acordo de Prespes e passar das palavras aos atos. Os acordos assinados esta terça-feira são o ponto de partida para as parcerias futuras, as quais vão melhorar a vida das pessoas de ambos os lados da fronteira".

ETIÓPIA NO AfCLCA, UM PASSO A MAIS PELA ECONOMIA DA ÁFRICA

Em 21 de março a Etiópia tornou-se o 21º membro do Acordo Continental de Livre Comércio na África (ACLCA). O comissário da União Africana para o Comércio e a Indústria, Albert Muchanga, relatou no Twitter um fato histórico e um passo decisivo para tornar o Acordo efetivo. De fato, é necessário que ao menos 22 países, dos 44 que aceitaram o ACLCA no ano passado em Ruanda, ratifiquem suas adesões.

Quando estiver totalmente ativa, a ACLCA será a maior zona de livre comércio do mundo. Aumentará o comércio entre os países africanos em 52% até 2022, eliminando os direitos sobre 90% dos bens, liberando os serviços e resolvendo os atuais problemas de comércio intra-africanos, como os longos atrasos nas fronteiras.

 

ÁFRICA DO SUL: CAMPEÃ DO DESARMAMENTO NUCLEAR

"Devemos fazer a pergunta, que pode parecer ingênua àqueles quem elaboram argumentos sofisticadas para justificar a sua recusa em eliminar estas terríveis e aterrorizantes armas de destruição em massa:

por que necessitam delas?

Na realidade, não existe uma resposta racional que explique de modo satisfatório aquilo que no final é consequência da inércia da Guerra Fria e  do uso da ameaça e da força bruta para afirmar a primazia de alguns Estados sobre outros".

Nelson Mandela, na Assembleia Geral da ONU, 1998

 

 The original article can be found here

 

PRESSENZA, International Press Agency 03.03.2019 - New York, Etats-Unis - International Campaign to Abolish Nuclear Weapons

Source: www.nti.org

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