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Realizou-se em Roma, dia 13 de junho, na sede dos representantes do Senado, um encontro sobre o diálogo como “alma da democracia”, promovido pelo Movimento Político pela Unidade, fundado por Chiara Lubich em 1996. Uma nossa síntese da entrevista com Silvio Minnetti, presidente do MPPU Itália.

Insistir sobre o diálogo não é ceder ao relativismo de fato, pelo qual são suficientes as boas maneiras sem considerar os valores fundamentais do agir político?

«O MPPU não é um partido político, mas um espaço de diálogo, no Parlamento e nas cidades, entre todos as tendências. Propõe uma reflexão sobre a alma da representação, para sair da crise por meio de formas de democracia participativa e deliberativa. O instrumento é o “pacto eleitos-eleitores”. Não se trata de boas maneiras. Um método experimentado, o da fraternidade, que torna-nos livres e iguais nas nossas diversidades. É possível redescobrir a alma da política, para além do pragmatismo sem ideais, para servir o bem comum com “o amor dos amores”, como nos ensinou a fundadora dos Focolares, Chiara Lubich. Queremos dar início a um ciclo de diálogos sobre temáticas elevadas e concretas, mediante argumentações e não certamente com as tendências atuais, já insuportáveis, ao insulto e ao embate frontal».

Atualmente, e não somente na Itália, aonde a democracia se arrisca a perder a alma?

«A democracia representativa está em crise por causa do predomínio da finança globalizada sobre a economia real e sobre a própria política. Partidos frágeis são facilmente condicionáveis pelo lobby. O fim das ideologias coincide muitas vezes com a pobreza dos ideais. É necessária uma robusta injeção de participação popular, em grau de comprometer os cidadãos e os partidos sobre os temas do trabalho, da justiça social, da paz e do desarmamento, da luta ao jogo de azar, do contraste às máfias e à corrupção, da valorização dos bens comuns e dos grandes recursos culturais e ambientais do país. O pacto eleitos-eleitores, que nós experimentamos com vários parlamentares e prefeitos, pode aproximar os cidadãos às instituições e dar uma alma à democracia representativa, enriquecida com a participativa e deliberativa.

O MPPU está atento à realidade, não desertando de temas até conflituosos. Quais são as urgências que vocês desejam enfrentar hoje?

«O Movimento político pela Unidade é um espaço fraterno de encontro entre pessoas, antes de tudo, comprometidas em quase todos os partidos. E isso não é um problema, mas uma riqueza única. Na legislatura passada demos prioridade aos direitos sociais e civis. Agora consideramos urgente enfrentar o tema do trabalho para os jovens, da luta à pobreza, à economia desarmada com a reconversão à civil (de fábricas que produzem armas) num país, a Itália, que na sua Constituição “repudia a guerra”; a integração, a acolhida aos imigrantes regulares e seus filhos, sem esquecer a importância da segurança e da legalidade».

Há propostas concretas que vocês pensam em lançar?

«O MPPU deve facilitar, ao lado do trabalho na plenária e nas comissões, as propostas concretas dos laboratórios parlamentares de encontro de culturas políticas diferentes, com estudiosos e representantes da sociedade civil competentes. Podemos animar um ciclo de diálogos na legislatura num plano ideal e concreto ao mesmo tempo».

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