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Na véspera do 60º aniversário dos Tratados de Roma, representantes de 300 Movimentos e Comunidade cristãs de “Juntos pela Europa” reúnem-se em oração. Transmissão em streaming.

 

33275776640_9476ba0076_kNa tarde de 24 de março passado, véspera do 60º aniversário dos Tratados de Roma, a Basílica dos Doze Apóstolos, em Roma, estava repleta de pessoas recolhidas em oração, presidida pelo cardeal Kurt Koch, presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos. Católicos, protestantes, ortodoxos, anglicanos, clérigos e leigos responderam ao convite de Juntos pela Europa, uma iniciativa de 300 Movimentos e Comunidades cristãs. Um exemplo disso foi o coral, composto por oito movimentos presentes em Roma e pelo coro da comunidade romeno-ortodoxa.

O presidente da República Italiana, Sergio Mattarella, enviou a todos os seus «sentimentos de participação ideal, na convicção de que momentos de encontro como este dão um importante sinal de esperança, necessária para construir uma Europa unida e solidária».

D. Nunzio Galantino (secretário geral da Conferência dos bispos italianos), André Riccardi (fundador da Comunidade de Santo Egídio), Gerhard Pross (atual moderador de Juntos pela Europa), intervieram em vários momentos, evidenciando os diferentes aspectos da crise que a Europa atravessa, provocada, entre outros motivos, pelos egoísmos nacionais, de grupo e individuais. Lançaram o convite a crer ainda no projeto dos Pais Fundadores da Europa: operar em favor da paz, da justiça e da solidariedade no mundo (Cf. preâmbulo do Tratado, que adota uma Constituição para a Europa, declarado pelos Chefes de Estado em 29 de outubro de 2004).

Neste contexto, o hino “Trisaghion” (“Deus é Santo, Deus é Santo e forte”), cantado em uníssono e com solenidade, ressoou com uma força especial.

33502789222_a306093187_k_Thomas KlannPadre Heinrich Walter, do Movimento de Schönstatt, salientou, em uma entrevista: «Existem dois pontos relevantes no caminho rumo a uma nova integração europeia. É necessário cultivar as raízes cristãs da Europa, nós trabalhamos nisso. E é preciso respeitar a liberdade do outro. No grupo “Juntos pela Europa” tentamos viver assim. Estas experiências desejamos compartilhar com a Europa inteira». Simeon Catsinas, pároco grego-ortodoxo em Roma, após a vigília quis dividir a sua alegria: «Estou feliz por esta noite. Devemos trabalhar juntos como cristãos e dar um testemunho comum».

Respondendo a pergunta, se o documento “Do conflito à comunhão” seria um modelo para a Europa, o decano da Igreja evangélica luterana na Itália, pastor Heiner Bludau, respondeu: «Certamente o documento é um passo avante. Agora deve incidir, cada vez mais, na vida. Dessa forma poderá tornar-se um modelo convincente para toda a Europa».

33275571860_ad88bf3423_k_Thomas Klann

Durante a Vigília, os vários discursos encontraram consonância nos textos da Sagrada Escritura. Jesùs Morán, copresidente dos Focolares, afirmou que «não se pode pensar a Europa sem o cristianismo. O cristianismo que a formou, porém, é o da Igreja unida. Nela, a catolicidade ecumênica é, portanto, uma realidade fundamental. A Europa deve reencontrar a si mesma como civilização do cristianismo. Os valores cristãos são valores europeus, e vice-versa. A cultura do diálogo, da tolerância, da abertura e da fraternidade pode ser vivida para além da própria confissão, religião, e de cada credo. Anseio que este momento de oração comum sirva para despertar esses grandes valores».

Mais de 4 mil pessoas acompanharam o evento em transmissão streaming, com muitos compartilhamentos nas redes sociais. Em 50 cidades europeias aconteceram eventos semelhantes, com solenidade e grande participação.

  Beatriz Lauenroth

foto: Thomas Klann

fonte: www.focolare.org

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